5 dicas para montar e manter seu Jardim Vertical

Ter um jardim vertical em casa melhora e muito a sua qualidade de vida, agindo na purificação do ar, em ganhos em uma alimentação saudável – caso você cultive hortaliças e verduras, por exemplo -, além de, é claro, ganhos expressivos no seu design de interiores e no ideal de sustentabilidade que o seu imóvel promove.

Mas muita gente possui dúvidas sobre o plantio de um jardim vertical em apartamentos. É muito difícil? Qual é a quantidade de sol necessária? E se eu quiser plantar dentro do apartamento em um local onde não pega sol?

Se essas são suas dúvidas, pode ficar tranquilo: vamos responder todas elas ao longo desse artigo. Ficou curioso? Então vamos começar!

1 – Escolha a planta certa para o jardim vertical

Não é difícil vermos jardins com plantas oriundas de outros países ou de regiões de clima completamente diferente de onde você mora. Evite ao máximo fazer isso. Utilize sempre plantas nativas de sua região pois elas demandarão muito menos água ou adubação para sobreviver.

Se você tem dúvidas quanto ao plantio de um jardim vertical em casa por algum desses motivos que citamos ali em cima, o importante é acima de tudo entender que existe uma planta para cada necessidade.

A dificuldade está em plantas mais complexas, com grandes raízes e que precisam de muito adubo ou água. Para o jardim vertical, é importante se atentar ao seu espaço – muito ou pouco sol e vento – e para o tempo que você possui para cuidar das plantas. Então, com as plantas certas, é muito fácil plantar e cuidar de um jardim vertical.

Plantas que gostam de sol e são perfeitas para o jardim vertical na sacada com alta incidência solar – com raízes não agressivas e boa resistência aos ventos – são a jibóia, a barba-de-serpente, o colar-de-pérolas, o liríope, a hera-inglesa, o aspargo, dentre outras.

Para o cultivo dentro do apartamento, o melhor é optar por plantas meia-luz – também com raízes não agressivas para evitar que a estrutura seja danificada. Podemos destacar a samambaia, a jibóia, a babosa-de-pau, a rabo-de-gato, e uma prima próxima das orquídeas, a falenópsis. Normalmente, uma planta interna para sobreviver necessita de nível de iluminação de 400 luxes (que é uma medida de iluminância). Existe um aparelho chamado luxímetro que pode ajudar medir o nível de iluminação do ambiente.

2 – Tenha variedade no seu jardim vertical

Quanto mais plantas você instalar no seu jardim vertical, mais bonito ele fica.

O ideal é combinar espécies variadas, desde que todas elas possuam as mesmas características em questão de crescimento – o tamanho em que vão ficar -, da necessidade de água, a quantidade de sol que aceitam sem queimar as folhas e a sua resistência aos ventos.

Procure por plantas que se encaixam no perfil do jardim vertical que você planeja e misture as espécies sem medo: o resultado final é belíssimo por conta da grande diversidade.

Se o seu espaço for muito pequeno, o melhor é optar por flores. Elas possuem raízes pequenas, não precisam de muita atenção e, dependendo da espécie, afloram em muitos botões em qualquer tamanho de vaso.

Uma ótima ideia é plantar hortinhas de tomates, cebolinha, alho e outras verduras pequenas na sua cozinha. Além de ser um jardim vertical com muito charme, ele ainda tem um apelo para a funcionalidade que vai fazer toda a diferença na hora de cozinhar.

3 – Adube bem seu jardim vertical

Adubar o seu jardim vertical é mais fácil do que parece. Para começar o plantio, o ideal é adicionar húmus ao solo dentro do vaso e plantar as sementes.

Caso você compre as plantas em casas de paisagismo ou botânicas, o solo já vem adubado, mas você irá precisar repor os nutrientes do solo de tempos em tempos.

Uma boa dica é bater casca de ovos e de frutas com folhas da poda no liquidificador e  adicionar essa mistura ao húmus – que é vendido em qualquer casa agropecuária, loja de paisagismo e em vários supermercados – e então inserir tudo nos vasos das plantas.

Com o adubo, as plantas crescem mais viçosas e com mais velocidade, então fique atento a sinais de folhas mortas. E falando nisso…

4 – Faça a poda regularmente

Mesmo seguindo todas essas recomendações à risca, é normal que surjam folhas mortas aqui e ali no seu jardim vertical.

Para cuidar bem do seu jardim vertical, é muito importante fazer a poda das folhas mortas regularmente. A planta ainda manda energia para essas folhas, o que atrapalha o crescimento de toda a planta.

Use uma tesoura sem ponta e procure cortar não só a própria folha, mas o ramo em que ela está. Corte o máximo possível, sem interferir nos outros galhos, e use as folhas podadas na sua mistura para adubação!

5 – Invista em irrigação automática e água reaproveitada

Quando o jardim passa de um certo tamanho, é normal que exija mais trabalho de manutenção para prolongar a vida e beleza das plantas. Existem várias soluções para a irrigação e fertilização automática, além do uso de água reaproveitada que vão te colocar em sintonia completa com os ideais de sustentabilidade que os jardins verticais promovem.

Sistemas de irrigação controlada permitem que as plantas estejam sempre úmidas usando a quantidade de água que elas precisam, sem desperdícios, mostrando-se muito viáveis para quem não tem muito tempo para se dedicar ao jardim.

É possível reaproveitar a água de torneiras com recursos pontuais e usá-la na rega diária das plantas. Com isso, além de você estar contribuindo para o mundo com uma ótima maneira de aderir a sustentabilidade, você também economiza na conta de água.

Que tal conhecer mais sobre essas funcionalidades da automação residencial antes de começar o plantio do seu jardim vertical? Entre em contato com a Innov para saber mais!

E quer conhecer outras soluções para a economia de água e a sustentabilidade? Então dê uma conferida neste post que separamos para você!

(imagens: divulgação)


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